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22/09/2011 at 15:40 1 comentário

Atenção Agências de Publicidade

Comissão Europeia procura agências de publicidade

A Comissão Europeia está a consultar agências para um concurso de publicidade que visa compor um painel de quatro agências que poderão depois concorrer às várias campanhas de comunicação a nível europeu ao longo dos próximos quatro anos, com um valor alocado de cerca de 91,3 milhões de euros. A informação é avançada pelo site Brand Republic, que dá conta de que as agências terão até ao próximo dia 10 de Outubro para tentar conquistar um lugar neste painel de agências que depois trabalhará as várias campanhas, que serão veiculadas em vários meios incluindo televisão, rádio, imprensa e social media. Entre as agências que já trabalharam com a Comissão Europeia contam-se a M&C Saatchi e as alemãs Media Consulta e Ketchum Pleon.

 

In: http://www.meiosepublicidade.pt/2011/08/26/comissao-europeia-procura-agencias-de-publicidade/

29/08/2011 at 21:22 Deixe um comentário

De Regresso

Depois de tanto tempo ausente da blogosfera, decidi regressar para dar continuidade à partilha e troca de opiniões sobre o complexo mundo da comunicação.
A Licenciatura terminou e entretanto já estou a exercer Relações Públicas há sensivelmente um ano. Durante este período deparei-me com diversas situações bastante embaraçosas, das quais retirei algumas conclusões.
Perguntas como “Mas afinal o que fazes?” ou “Ah és R.P. como aqueles dos bares e discotecas?” foram frequentes desta ou de formas mais subtis, o que me leva a corroborar diversos autores quando afirmam que esta é uma área bastante recente, quase embrionária, diria eu, conduzindo a um total desconhecimento e até mesmo desrespeito pela profissão.
Apesar de me invadir um certo descontentamento, acredito no futuro das Relações Públicas e darei, sem dúvida, o meu contributo no sentido de “profissionalizar” uma profissão que para muitos continua a não passar de uma cara bonita e um copo na mão.

26/08/2011 at 15:43 Deixe um comentário

Será que o meu dia pode ter 48h?

500 gramas de frequências;

1Kg  de Trabalhos;

(…) dias de Estágio;

1 pitada de problemas pessoais

Aqui estão os ingredientes da receita magnífica que retratam os meus últimos meses!

Com isto, peço desculpa a todos que têm seguido atentamente o meu blog, mas não deu mesmo para vir até aqui! Por isso é que já enviei um requerimento (a sei lá quem!) para ver se consigo ter mais horas que os comuns mortais têm num dia!!

Mesmo assim, e não me alongando nesta ínfima análise, quero recomendar-vos o livro “Relações Públicas Sem Croquete” de Renato Póvoas (Se é que aceitam uma sugestão de uma simples finalista da área de Comunicação!). Trata-se sem dúvida de um livro que já fazia falta há algum tempo: casos práticos, explicações pertinentes e bem contextualizadas, conselhos… Foi uma boa leitura e um livro que agora anda SEMPRE comigo. Não me vá eu esquecer de alguma coisa! Para mim, é já um companheiro, um “guia” que me ajuda em diversas situações com que me deparo diariamente.

Tomem nota:

TÍTULO: Relações Públicas Sem Croquete

AUTOR: Renato Póvoas

EDITORA: Gestão Plus

11/01/2010 at 11:52 1 comentário

Já o tenho!

Capa

 

Pois é! Não deixei passar a oportunidade e já comprei o livro “Relações Públicas Sem Croquete”.

Como estou no último ano do curso os trabalhos são “mais que muitos” e por isso, não o poderei ler para já. Mas fica prometido um comentário do livro até ao final do ano. 

Pelo prefácio, promete ser uma óptima leitura!

 

 

Até breve

14/11/2009 at 15:42 1 comentário

Eu queria lá estar!

RELAES~1

29/10/2009 at 10:59 Deixe um comentário

(Falta de) Articulação Ético – Política

Partindo do pressuposto (válido) que a política exige ética, moral e acima de tudo exige que os interesses nacionais sejam colocados acima dos interesses individuais e dos partidos, é facilmente constatável que nos dias de hoje existe uma enorme lacuna em relação à articulação ético – política.

Se por um lado é do senso comum que o exercício da profissão política é uma das mais nobres (se não a única), uma vez que exige dos seus dirigentes responsabilidades que apenas são compatíveis com grandes qualidades morais, por outro verifica-se que esta imagem, em relação aos políticos actuais, é cada vez menos visível.

Questões como o desemprego, a precariedade ou até mesmo a marginalidade são habitualmente falados e discutidos aquando de umas ou outras eleições. Mas então e resultados? Todos opinam, todos apresentam soluções, todos prometem… Mas quase nenhum cumpre. Com estes pequenos exemplos fica claramente explícito que a classe política viola frequentemente toda a ética que possa existir. Pois os deveres éticos que, não só os cidadãos devem cumprir mas principalmente os agentes políticos se devem reger, estão completamente esquecidos não fazendo parte dos discursos nem mesmo da postura que estes assumem perante a sociedade.

Com a atitude que os actuais políticos vêm a adoptar ao longo do tempo, verifica-se um aumento de descredibilização e desinteresse da sociedade perante os máximos do poder que se tem apurado, por exemplo, pela abstenção nas eleições. A população sente-se atraiçoada pelas promessas não cumpridas: promessas essas apregoadas aos “quatro ventos” e que já não convencem (quase) ninguém.

E por exemplo as questões relacionadas com o ambiente? Em que posição é que estas aparecem nos discursos políticos? Pois é! Quando o que toca ao coração dos portugueses numa altura de crise é o dinheiro e o emprego, há que esquecer o que “não interessa” para angariar votos úteis. É exactamente esta falsidade política que me preocupa e é aqui que eu considero a falta de articulação ético – política mais grave e deveras preocupante. Numa altura em que problemas ambientais estão a invadir a sociedade não só a nível local mas global, grandes dirigentes políticos deixam de lado este tema dos grandes debates ou, quando o debatem, fazem-no porque a sociedade está preocupada nesse exacto momento com essas questões.

A classe política “esqueceu-se” da sua verdadeira missão: além de tentar conquistar o poder, as suas acções devem ser dirigidas para o bem comum, o bem da sociedade, que não é fácil definir mas que tem sempre que se procurar. Ao invés disso, respira-se uma busca incessante pelos interesses pessoais e partidários de cada dirigente.

É urgente encontrar uma alternativa para não se tornar uma sociedade democrática num conjunto de cidadãos apartidários.

15/10/2009 at 18:12 Deixe um comentário

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